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Coliseu de Roma

Erguido no século I d.C., o Coliseu foi palco de espetáculos grandiosos. Combates de gladiadores, simulações de batalhas navais e execuções públicas. Era símbolo máximo do poder de Roma, da cultura do espetáculo e do domínio sobre a vida e a morte.

Mas sob essa grandiosidade, há uma memória sagrada: ali, segundo a história, cristãos sofreram o martírio por não renunciar à sua fé em Jesus Cristo. Passaram por perseguição, tortura e morrerão diante das multidões, mas enfrentaram tudo com esperança e dignidade. O Coliseu se tornou, assim, um altar de coragem, fidelidade e amor incondicional a Deus.

Peregrinar ao Coliseu é fazer memória desses mártires que não negaram a fé e se tornaram sementes da Igreja.

O Papa São João Paulo II instituiu ali a Via-Sacra da Sexta-Feira Santa, trazendo de volta a cruz ao centro do antigo anfiteatro. Onde a glória de Roma foi exaltada, hoje glorifica a memória dos santos anônimos que venceram pelo amor. 

Peregrinar ali é deixar que o exemplo desses mártires desperte em nós uma fé mais firme e uma vida mais entregue.

GALERIA

Conheça a Fontana di Trevi

Construída no século XVIII, a Fontana di Trevi é uma obra-prima do barroco italiano. Sua composição, marcada pela imponência da figura de Netuno sobre uma carruagem puxada por cavalos-marinhos, representa a dominação das forças da natureza pela razão humana. Jogar uma moeda na fonte é um hábito tradicional que, segundo a lenda, garante o retorno a Roma.

Embora não seja um espaço explicitamente religioso, os peregrinos que passam por Roma incluem a Fontana em seu caminho como um lugar simbólico.

Ao visitar a Fontana di Trevi, pode-se recordar ali as palavras do Salmo: “Como a corça anseia pelas águas, assim minha alma suspira por Ti, ó Deus” (Sl 42,1), e fazer desse momento um instante de escuta, um tempo de pausa para agradecer e confiar.

Coliseu de Roma

Erguido no século I d.C., o Coliseu foi palco de espetáculos grandiosos. Combates de gladiadores, simulações de batalhas navais e execuções públicas. Era símbolo máximo do poder de Roma, da cultura do espetáculo e do domínio sobre a vida e a morte.

Mas sob essa grandiosidade, há uma memória sagrada: ali, segundo a história, cristãos sofreram o martírio por não renunciar à sua fé em Jesus Cristo. Passaram por perseguição, tortura e morrerão diante das multidões, mas enfrentaram tudo com esperança e dignidade. O Coliseu se tornou, assim, um altar de coragem, fidelidade e amor incondicional a Deus.

Peregrinar ao Coliseu é fazer memória desses mártires que não negaram a fé e se tornaram sementes da Igreja.

O Papa São João Paulo II instituiu ali a Via-Sacra da Sexta-Feira Santa, trazendo de volta a cruz ao centro do antigo anfiteatro. Onde a glória de Roma foi exaltada, hoje glorifica a memória dos santos anônimos que venceram pelo amor. 

Peregrinar ali é deixar que o exemplo desses mártires desperte em nós uma fé mais firme e uma vida mais entregue.

Capelinha das Aparições: oração, amor e paz

A História dos Três Pastorinhos: rezando pelo amor e pela paz

Conta a história que, em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, enquanto cuidavam de um pequeno rebanho, três pastorinhos viram uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol. Ela os convidou a rezar o Rosário todos os dias “para alcançar a paz para o mundo e o fim da guerra”.

Sobretudo, Nossa Senhora visitou Lúcia de Jesus, Francisco e Jacinta Marto mais seis vezes, reforçando a mensagem que Ela queria que eles espalhassem por Portugal.

Ela pediu penitência e conversão, e ensinou uma oração que os peregrinos rezam até hoje:

“Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem da Vossa misericórdia.”

Em suas aparições, ela revelou aos pastorinhos a visão do inferno e os Segredos de Fátima, que tratam da conversão do mundo, da devoção ao seu Coração Imaculado e dos sofrimentos futuros, se a humanidade não voltasse para Deus.

Por fim, na última aparição, em Outubro, Nossa Senhora se apresentou como “Nossa Senhora do Rosário”. Naquele dia, diante de cerca de 70 mil pessoas, aconteceu o famoso Milagre do Sol: o astro pareceu dançar no céu, mudando de cor e se movendo de maneira extraordinária.

O coração do Santuário de Fátima

No centro do Santuário de Fátima, ergue-se a Capelinha das Aparições, construída no exato local onde, em 1917, Nossa Senhora apareceu aos três pastorinhos seis vezes.

Simples, essa capela é o ponto mais sagrado do complexo de Fátima. Sua simplicidade é um reflexo do chamado à oração e conversão, feito por uma Mãe que vem ao encontro de seus filhos com ternura.

A Capelinha foi construída a pedido da própria Virgem Maria. Logo após as aparições, em 1919, com o consentimento da população local, ergueu-se o pequeno oratório de madeira.

Além disso, no centro do altar destaca-se a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, colocada ali em 1920. A imagem carrega no peito a bala que atingiu o Papa João Paulo II no atentado de 1981, como gratidão à Mãe que o protegeu.

Um espaço de entrega e oração

Aos peregrinos que visitam a Capelinha das Aparições, é possível rezar o terço, participar da Santa Missa e fazer seus agradecimentos e pedidos. É ali que muitos entregam o que há de mais íntimo e verdadeiro em seus corações. 

Caminhe pelas estradas de Fátima, e conheça essa linda história!

Capela da Adoração ao Santíssimo Sacramento 

A Capela da Adoração ao Santíssimo Sacramento, inaugurada em 1960, foi uma resposta ao apelo de reparação feito por Nossa Senhora durante as aparições de 1917. Seus idealizadores a criaram para ser um espaço de oração e adoração, onde fiéis do mundo inteiro pudessem estar diante da presença real de Jesus na Eucaristia, oferecendo sua gratidão e consolo ao Coração de Cristo.

Em suas mensagens, a Virgem Maria pedia insistentemente oração, conversão e reparação dos pecados cometidos contra Deus e contra o seu Imaculado Coração. A Capela da Adoração tornou-se, assim, uma resposta concreta a esse chamado. Um lugar onde a devoção se transforma em presença, onde os corações se oferecem como pequenos sacrifícios de amor e fé.

Ao longo das décadas, a Capela se tornou uma das paradas mais importantes da peregrinação a Fátima, pelo seu coração orante pulsando dentro do Santuário.

Ali, muitos peregrinos descobriram a força da oração eucarística e renasceram na fé. A Capela da Adoração é, ainda hoje, um dos maiores tesouros espirituais do Santuário de Fátima, um lugar onde se aprende a amar Jesus com o coração aberto, assim como Maria ensinou.